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NOVO OFICIAL GENERAL PARAQUEDISTA NO COMANDO DA BRIGRR

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  A Brigada de Reacção Rápida do Exército Português concentra a capacidade de assalto aéreo por salto em paraquedas no Ramo e o seu Regimento de Paraquedistas ministra formação em paraquedismo militar nas Forças Armadas Portuguesas. Hoje, 19 de Outubro de 2026, tomou posse como comandante da Brigada de Reação Rápida, o Brigadeiro-General Miguel António Pereira da Silva, substituindo o Major-General Paulo Luís Almeida Pereira, que havia assumido este comando em 02OUT2025. Oriundo da Arma de Infantaria, concorreu às Tropas Paraquedistas quando estas estavam na Força Aérea Portuguesa, concluiu o Curso de Paraquedismo Militar em Outubro de 1992 e assim ainda integrou o Corpo de Tropas Paraquedistas até 31 de Dezembro de 1993, transitando depois para o Exército. Foi comandante do Regimento de Paraquedistas entre Dezembro de 2021 e Dezembro de 2022. Actualmente a BrigRR é uma “brigada mista” que inclui unidades paraquedistas, operações especiais e comandos, mas também de várias ...

ANIVERSÁRIO DA ASSOCIAÇÃO DE PARAQUEDISTAS DO ALTO TÂMEGA

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  Realizaram-se nos passados dias 18 e 19 de Setembro, em Chaves, vários eventos destinados a assinalar o 32.º   aniversário da Associação de Paraquedistas do Alto Tâmega (APAT); o 104.º aniversário do nascimento do Brigadeiro Paraquedista Armindo Martins Videira, flaviense que foi o paraquedista militar português n.º 1 e 1.º comandante da primeira unidade paraquedista das Forças Armadas Portuguesas, o Batalhão de Caçadores Paraquedistas (BCP); e também assinalar em Chaves os 70 anos das Tropas Paraquedistas Portuguesas. Permitam que chame a atenção para o discurso - de Nuno Coelho Chaves - que no final deste artigo transcrevemos. O seu alcance e profundidade, o modo como sensibilizou todos o que o ouviram, assim o determinaram para ficar disponível a quem o deseje ler!     Dia 18 no Centro Cultural de Chaves iniciaram-se as comemorações, com uma exposição de material aeroterrestre e outra fotográfica – ambas cedidas pelo Regimento de Paraquedistas – e uma sessão...

KAÚLZA DE ARRIAGA E AS TROPAS PARAQUEDISTAS

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O General Kaúlza Oliveira de Arriaga teve longa e chegada ligação às Tropas Paraquedistas Portuguesas. Muito desse percurso é conhecido, o próprio general escreveu sobre isso, mas parte ainda é desconhecido ou mal compreendido. No passadio dia 7 de Julho de 2026, a convite da Associação da Força Aérea Portuguesa (AFAP), tive oportunidade de falar sobre este tema, na presença de familiares e amigos do General Kaúlza, na ocasião em que a família ofereceu à AFAP um importante espólio de documentos, livros, fotografias e objectos que lhe pertenceram.   Sendo uma das áreas da história das tropas paraquedistas que investiguei e continuo a investigar, foi para mim um privilégio ter tido esta oportunidade. Aqui fica o texto lido nessa altura, na esperança que possa estar contribuir para o melhor conhecimento da história das tropas paraquedista e das forças armadas portuguesas. 7 de Julho de 2026 – Associação da Força Aérea, Tenente-Coronel Miguel Silva Machado «…A ligação do gene...

1 DE JULHO DE 1956, O BATALHÃO DE CAÇADORES PARAQUEDISTAS SALTA SOBRE LISBOA E RECEBE O ESTANDARTE NACIONAL

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Datas marcantes não faltam este ano de 2026, para quem quiser homenagear as Tropas Paraquedistas no seu 70.º aniversário, sejam os próprios boinas verdes, sejam outros militares ou governantes… No próximo dia 1 de Julho de 2026, mais uma data muitas vezes esquecida: o nosso primeiro “Dia das Forças Aéreas”(*). Nesse dia 1 de Julho de 1956, Domingo, as festividades incluíram um Festival Aéreo no Aeroporto da Portela de Sacavém, como então se designava o aeroporto de Lisboa. Foi a primeira vez que o Batalhão de Caçadores Paraquedistas realizou um “salto em massa” sobre Lisboa (4 JU-52/40 paraquedistas). Não tenho a certeza se mais alguma vez tal sucedeu na capital! Para o descrever socorro-me de um artigo (não assinado) que foi publicado em Setembro de 1956, no n.º 1 do “SALTA, Orgão mensal do paraquedista", jornal do Batalhão de Caçadores Paraquedistas e do “ Diário de Lisboa” desse mesmo dia 1 de Julho, visto tratar-se de um jornal vespertino. Pelos termos usados no “Salta”...